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	<title>Expeditio - User contributions [en]</title>
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	<updated>2026-10-25T19:10:44Z</updated>
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		<id>https://expeditio.kriegsmarinearchiv.at/index.php?title=Cachorro_com_fezes_volumosas_causas_e_quando_buscar_veterin%C3%A1rio&amp;diff=135381</id>
		<title>Cachorro com fezes volumosas causas e quando buscar veterinário</title>
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		<updated>2026-10-06T13:41:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;IsabellaNegron6: Created page with &amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;Quando um cachorro apresenta fezes volumosas, a primeira reação do tutor é estranhar a quantidade de fezes produzida — muitas vezes maior do que o normal, com aspecto pastoso, claro, gorduroso ou com odor extremamente fétido. Em São Paulo, é comum que cães com vômito, diarreia, recusa alimentar, distensão abdominal ou desconforto após comer cheguem ao consultório com esse sinal. As causas de cachorro com fezes volumosas vão desde problemas simples, como...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;br&amp;gt;Quando um cachorro apresenta fezes volumosas, a primeira reação do tutor é estranhar a quantidade de fezes produzida — muitas vezes maior do que o normal, com aspecto pastoso, claro, gorduroso ou com odor extremamente fétido. Em São Paulo, é comum que cães com vômito, diarreia, recusa alimentar, distensão abdominal ou desconforto após comer cheguem ao consultório com esse sinal. As causas de cachorro com fezes volumosas vão desde problemas simples, como dieta inadequada, até doenças graves como insuficiência pancreática exocrina, doença inflamatória intestinal e linfangiectasia. Compreender o que está por trás desse sintoma é o primeiro passo para evitar desnutrição, perda de peso e complicações sistêmicas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Muitos tutores confundem fezes volumosas com diarreia ou com fezes amolecidas ocasionais. A diferença fundamental está no volume e na frequência: um cão que defeca grande quantidade de fezes pastosas várias vezes ao dia, mesmo sem episódios explosivos, pode estar sofrendo de má digestão ou má absorção. Neste artigo, exploramos as causas, os mecanismos e os sinais de alerta que indicam quando é hora de procurar um veterinário gastroenterologista.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O que são fezes volumosas e quando elas se tornam um sinal de alerta&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Fezes volumosas são aquelas que excedem o volume habitual para o porte e a alimentação do animal. Elas podem ser pastosas, líquidas ou até mesmo bem formadas, mas em quantidade anormalmente grande. O tutor percebe que o saco de ração rende menos, que o cão defeca mais vezes ao dia ou que as fezes ocupam mais espaço na vasilha sanitária. Esse aumento de volume geralmente reflete a presença de substratos não digeridos, gordura, muco ou água em excesso no bolo fecal.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Volume, frequência e consistência: entendendo as diferenças&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;É essencial separar três conceitos: volume, frequência e consistência. Um cão pode ter fezes pastosas e volumosas, ou fezes bem formadas, mas em grande quantidade. A frequência aumentada (mais de três  defecações por dia) costuma indicar trânsito intestinal acelerado, comum em colites e enterites. Já o volume elevado está mais associado a problemas de digestão e absorção no intestino delgado, como insuficiência pancreática ou doença celíaca-like. A consistência pastosa ou aquosa sugere inflamação, infecção ou má absorção de água.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Quando as fezes são volumosas, claras, brilhantes e com odor pútrido, estamos diante de esteatorreia — presença de gordura não digerida nas fezes. Esse é um achado clássico de má digestão de gorduras, frequentemente ligado a doenças pancreáticas ou a problemas na mucosa intestinal. Em São Paulo, onde a oferta de dietas caseiras e petiscos é grande, a esteatorreia também pode surgir de intolerâncias alimentares ou sobrecarga de gorduras.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Sinais que acompanham as fezes volumosas e indicam gravidade&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O tutor deve ficar atento a sinais que, somados às fezes volumosas, indicam que o problema deixou de ser ocasional. São eles: perda de peso progressiva, apetite aumentado (polifagia) ou diminuído, vômitos frequentes, distensão abdominal, flatulência excessiva, pelagem opaca e quebradiça, letargia e desidratação. A presença de vômito com alimento não digerido ou de diarreia com sangue ou muco eleva a urgência da avaliação veterinária.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Em cães idosos, a combinação de fezes volumosas com perda de peso e aumento do apetite pode sugerir insuficiência pancreática exocrina (IPE), uma das causas mais clássicas. Já em cães jovens, parasitas intestinais e dietas inadequadas são mais comuns. Independentemente da idade, quando o volume fecal aumenta de forma persistente por mais de três dias, a investigação veterinária é indispensável.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Reconhecer esses padrões permite que o tutor saia da incerteza e busque ajuda [https://Www.Goldlabvet.com/veterinario/gastroenterologista-veterinario/ gold Lab especializada em gastro] antes que a desnutrição se instale. O veterinário gastroenterologista não olha apenas as fezes, mas todo o contexto clínico, incluindo histórico alimentar, ambiente e exames laboratoriais.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;As principais causas de fezes volumosas em cães&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;As causas de fezes volumosas se dividem em três grandes grupos: má digestão (problemas enzimáticos ou de trânsito), má absorção (lesão da mucosa intestinal) e causas dietéticas ou parasitárias. A seguir, detalhamos cada uma delas, com os mecanismos fisiopatológicos e os sinais que ajudam a diferenciá-las. O objetivo é que você entenda o que o veterinário investiga e por que cada exame é solicitado.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Má digestão e má absorção: o que acontece no intestino&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A digestão começa no estômago, continua no intestino delgado e depende de enzimas pancreáticas, bile e da integridade da mucosa intestinal. Quando qualquer etapa falha, os nutrientes não são quebrados ou absorvidos adequadamente, e o bolo fecal aumenta de volume. A má digestão ocorre quando as enzimas não são produzidas em quantidade suficiente, como na IPE. A má absorção acontece quando a mucosa intestinal está inflamada, atrofiada ou infiltrada por células inflamatórias, como na doença inflamatória intestinal (DII) ou na linfangiectasia.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Ambas levam a fezes volumosas, pastosas, com gordura e restos de alimento. A diferença é que na má digestão o problema é &amp;quot;quebrar&amp;quot; os nutrientes; na má absorção, o problema é &amp;quot;passar&amp;quot; os nutrientes para o sangue. O [https://Www.Goldlabvet.com/veterinario/gastroenterologista-veterinario/ gastro veterinário] pode diferenciar com testes específicos, como a dosagem de lipase pancreática canina (cPLI) e a avaliação de vitaminas lipossolúveis.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Insuficiência pancreática exocrina (IPE): a causa clássica&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A IPE é a causa mais lembrada quando se fala em fezes volumosas em cães. O pâncreas deixa de produzir enzimas suficientes — amilase, lipase e protease — e o alimento chega ao intestino sem ser digerido. O resultado são fezes claras, volumosas, gordurosas, com odor forte, além de perda de peso apesar do apetite voraz. Em cães, a IPE pode ser congênita (comum em Pastores Alemães) ou adquirida, secundária a pancreatite crônica.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O diagnóstico é feito com dosagem de lipase pancreática canina (cPLI) no soro e, em casos duvidosos, teste de estimulação com secretina ou biópsia pancreática. O tratamento envolve suplementação de enzimas pancreáticas em cada refeição, dieta de alta digestibilidade e acompanhamento veterinário rigoroso. Sem tratamento, a desnutrição e a morte são riscos reais.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Doença inflamatória intestinal (DII) e enteropatias crônicas&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A DII é uma inflamação persistente da mucosa intestinal, que pode ser linfocítica-plasmocítica, eosinofílica ou granulomatosa. Ela prejudica a absorção de nutrientes e leva a fezes volumosas, diarreia crônica intermitente, vômitos e perda de peso. Em São Paulo, a DII é frequentemente confundida com &amp;quot;alergia alimentar&amp;quot; ou &amp;quot;intestino irritável&amp;quot;, mas exige diagnóstico por biópsia intestinal.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;As enteropatias crônicas também incluem a enteropatia perdedora de proteína, em que o cão perde albumina pelas fezes e desenvolve ascite e edema. O veterinário gastroenterologista investiga com exames de sangue, fezes e endoscopia com biópsia. O tratamento combina dieta hipoalergênica ou de hidrolisado, imunossupressores e manejo do estresse.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O SIBO ocorre quando há proliferação excessiva de bactérias no intestino delgado, o que interfere na digestão e absorção de gorduras e carboidratos. As fezes ficam volumosas, pastosas, com odor ácido ou pútrido, e o cão pode apresentar flatulência, distensão abdominal e perda de peso. O diagnóstico é feito por cultura quantitativa do suco duodenal ou por teste respiratório com lactulose, embora este último seja pouco disponível no Brasil.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O tratamento inclui antibióticos específicos, probióticos e dieta com fibras fermentáveis. O SIBO é frequentemente secundário a outras doenças, como IPE, DII ou obstruções parciais, por isso a investigação da causa base é fundamental.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Parasitas intestinais e infecções&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Parasitas como Giardia, Coccídios, Trichuris e Ancylostoma podem causar inflamação intestinal e má absorção, levando a fezes volumosas, muco e diarreia. Em cães jovens ou em ambientes coletivos, a prevalência é alta. O diagnóstico é feito por exame de fezes (flutuação e esfregaço) e, às vezes, por PCR. O tratamento é simples com antiparasitários, mas a reinfecção é comum sem higiene adequada.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Infecções bacterianas como Salmonella e Campylobacter também podem aumentar o volume fecal, mas geralmente cursam com diarreia aguda e febre. O uso indiscriminado de antibióticos pode piorar o quadro, por isso a avaliação veterinária é essencial.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Dietas inadequadas e intolerâncias alimentares&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Dietas ricas em gordura, com ingredientes de baixa digestibilidade ou com corantes e conservantes podem sobrecarregar o sistema digestivo e gerar fezes volumosas. A intolerância à lactose, ao glúten ou a proteínas específicas (frango, boi, soja) é comum em cães com predisposição. O tutor deve observar a relação entre a alimentação e os sintomas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Em São Paulo, é frequente o uso de dietas caseiras desbalanceadas, com excesso de carboidratos ou gordura. A transição alimentar abrupta também causa fezes volumosas temporárias. O veterinário pode indicar dieta de eliminação ou ração hipoalergênica para identificar a causa.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Doenças hepáticas e biliares&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O fígado produz bile, essencial para a digestão de gorduras. Em doenças hepáticas crônicas, como cirrose ou colangite, a produção de bile diminui, e as fezes ficam volumosas, claras e gordurosas. Outros sinais incluem icterícia, ascite, letargia e vômitos. O diagnóstico envolve exames de sangue (ALT, AST, bilirrubina, ácidos biliares) e ultrassom abdominal.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O manejo inclui dieta de baixa gordura, suplementos de vitaminas lipossolúveis e tratamento da doença de base. Sem controle, a má absorção de gorduras leva a deficiências nutricionais graves.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Linfangiectasia intestinal&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A linfangiectasia é uma dilatação anormal dos vasos linfáticos intestinais, que impede a absorção de gorduras e proteínas. As fezes ficam volumosas, gordurosas e claras, e o cão perde peso e albumina. É mais comum em cães jovens de raças como Yorkshire e Rottweiler, mas pode ocorrer em qualquer idade. O diagnóstico é feito por biópsia intestinal, que mostra vasos linfáticos dilatados.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O tratamento envolve dieta de baixa gordura e triglicerídeos de cadeia média, além de corticoides em alguns casos. O prognóstico é reservado e exige acompanhamento veterinário contínuo.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Tumores e obstruções parciais&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Tumores intestinais, como linfoma e adenocarcinoma, podem causar obstrução parcial, levando a fezes volumosas, vômitos e perda de peso. Obstruções por corpos estranhos ou intussuscepção também alteram o trânsito e o volume fecal. O diagnóstico é feito por ultrassom, raio-X contrastado e endoscopia. O tratamento é cirúrgico ou quimioterápico, dependendo do tipo de tumor.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Essas causas são menos comuns, mas devem ser consideradas em cães idosos ou com histórico de vômitos persistentes. A investigação precoce melhora o prognóstico.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Como o veterinário gastroenterologista investiga fezes volumosas&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Diante de um cão com fezes volumosas, o veterinário não se limita a olhar as fezes. Ele conduz uma investigação sistemática que começa com a história clínica detalhada e evolui para exames específicos. Entender esse processo ajuda o tutor a colaborar e a compreender por que cada etapa é necessária.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Anamnese e exame físico detalhados&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A anamnese inclui perguntas  sobre dieta, frequência das defecações, aspecto das fezes, presença de vômito, apetite, perda de peso e uso de medicamentos. O veterinário também investiga o ambiente, contato com outros animais e possíveis intoxicações. O exame físico avalia estado geral, hidratação, palpação abdominal, linfonodos e temperatura. Em São Paulo, a rotina corrida faz muitos tutores esquecerem detalhes importantes, por isso anotar os sinais em um diário pode ajudar.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Exames laboratoriais e de imagem&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Os exames iniciais incluem hemograma, bioquímico (albumina, globulina, enzimas hepáticas, glicose), urina e exame de fezes (parasitológico, cultura, PCR). A dosagem de lipase pancreática canina (cPLI) é essencial para investigar IPE. A ultrassonografia abdominal avalia pâncreas, fígado, intestinos e linfonodos. O raio-X pode mostrar obstruções ou massas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Testes específicos para má digestão e má absorção&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Quando há suspeita de má absorção, podem ser solicitados testes de absorção de D-xilose, dosagem de folato e cobalamina (B12), e teste de tolerância à lactose. A deficiência de cobalamina é comum em cães com IPE e DII,  gastroenterologia veterinária e sua reposição melhora o quadro clínico. O teste de estimulação com secretina é reservado para casos graves.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Endoscopia e biópsias&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A endoscopia digestiva alta e baixa permite visualizar a mucosa e colher biópsias para análise histopatológica. É o exame padrão-ouro para diagnosticar DII, linfangiectasia e tumores. O procedimento exige anestesia geral e jejum, mas é seguro quando realizado por especialista. Os resultados orientam o tratamento específico e evitam terapias empíricas prolongadas.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Consequências das fezes volumosas para a saúde do cão&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Fezes volumosas não são apenas um incômodo estético ou de limpeza. Elas sinalizam que o organismo não está aproveitando os nutrientes, o que gera uma cascata de consequências sistêmicas. Ignorar esse sinal pode levar a quadros graves e até fatais.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Perda de peso e desnutrição&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A má absorção de gorduras, proteínas e vitaminas leva à perda de peso progressiva, mesmo com apetite normal ou aumentado. O cão pode desenvolver caquexia, pelagem opaca, feridas de difícil cicatrização e imunossupressão. Em filhotes, o crescimento é retardado. A desnutrição afeta todos os sistemas, incluindo o neurológico e o cardíaco.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Desidratação e desequilíbrio eletrolítico&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Fezes pastosas ou líquidas em grande volume causam perda de água e eletrólitos, como sódio, potássio e cloreto. A desidratação leve pode passar despercebida, mas a grave leva a letargia, taquicardia, mucosas secas e choque. Em cães com vômito associado, o risco é ainda maior. A reposição de fluidos é frequentemente necessária.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Impacto na qualidade de vida&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Além dos efeitos físicos, as fezes volumosas afetam a rotina do tutor e do cão. Passeios ficam mais curtos,  gastroenterologia veterinária a higiene da casa exige mais tempo, e o animal pode sentir desconforto abdominal e evitar brincadeiras. O estresse do tutor também é um fator a ser considerado, pois a preocupação constante com a saúde do pet afeta o bem-estar familiar.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Quando procurar ajuda em São Paulo: sinais de emergência&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Nem todo episódio de fezes volumosas é uma emergência, mas alguns sinais exigem atendimento imediato. Em São Paulo, há hospitais veterinários 24 horas e especialistas em gastroenterologia. Saber diferenciar o urgente do eletivo evita atrasos no diagnóstico e reduz o sofrimento do animal.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Vômito, diarreia e recusa alimentar&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Se o cão apresenta vômitos frequentes, diarreia intensa ou recusa total de alimento por mais de 24 horas, procure atendimento imediato. Esses sinais podem indicar pancreatite aguda, obstrução intestinal ou doença grave. A combinação de fezes volumosas com vômito e recusa alimentar é um alerta vermelho.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Distensão abdominal e desconforto após comer&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Abdômen distendido, dolorido ao toque, gemidos ou inquietação após as refeições podem indicar síndrome da dilatação-vólvulo gástrico (GDV), uma emergência cirúrgica. A GDV é mais comum em raças grandes e profundas, mas pode ocorrer em qualquer cão. Não espere para procurar ajuda.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O que esperar da consulta com especialista&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;O gastroenterologista veterinário fará uma avaliação completa, solicitará exames e explicará cada etapa. O tutor deve levar todas as informações: tipo de ração, petiscos, horários, medicações e exames anteriores. A consulta pode durar mais de uma hora, pois a anamnese é minuciosa. O objetivo é chegar à causa exata e instituir o tratamento mais eficaz, evitando dietas genéricas e medicamentos desnecessários.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Resumo e próximos passos práticos&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Fezes volumosas em cães são um sinal clínico que nunca deve ser ignorado. As causas variam de parasitas e dietas inadequadas a doenças graves como insuficiência pancreática exocrina, doença inflamatória intestinal e linfangiectasia. O diagnóstico exige investigação veterinária detalhada, com exames de fezes, sangue, imagem e, em alguns casos, endoscopia com biópsia. O tratamento depende da causa e pode incluir enzimas pancreáticas, dieta especial, antibióticos, imunossupressores ou cirurgia.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Se o seu cão apresenta fezes volumosas acompanhadas de vômito, diarreia, perda de peso, distensão abdominal ou recusa alimentar, não espere. Procure um veterinário gastroenterologista em São Paulo. Anote os sinais, a frequência das defecações e o aspecto das fezes. Leve amostras recentes de fezes para análise. Siga rigorosamente as orientações dietéticas e medicamentosas. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria dos cães recupera a qualidade de vida e volta a se alimentar sem desconforto. Acompanhe o peso e o apetite semanalmente e mantenha consultas regulares para ajustes terapêuticos. A saúde digestiva do seu cão depende de atenção aos sinais e ação rápida.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>IsabellaNegron6</name></author>
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		<updated>2026-10-06T13:41:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;IsabellaNegron6: Created page with &amp;quot;Veterinária Ana Paula Costa, certificada [https://Www.Goldlabvet.com/veterinario/gastroenterologista-veterinario/ gold Lab especializada em gastro] medicina interna com foco em gastro, atuando em Ribeirão Preto, adora trabalhar com companheiros com condições do trato digestivo. Realiza procedimentos diagnósticos ultrassonografia, qualificou-se em renomadas instituições e coordena conceituado consultório.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Veterinária Ana Paula Costa, certificada [https://Www.Goldlabvet.com/veterinario/gastroenterologista-veterinario/ gold Lab especializada em gastro] medicina interna com foco em gastro, atuando em Ribeirão Preto, adora trabalhar com companheiros com condições do trato digestivo. Realiza procedimentos diagnósticos ultrassonografia, qualificou-se em renomadas instituições e coordena conceituado consultório.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>IsabellaNegron6</name></author>
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